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Cuidados com porcelanatos gigantes, dicas da Roca Brasil Cerámica

Cuidados com porcelanatos gigantes, dicas da Roca Brasil Cerámica

Roca Brasil Cerámica é a primeira fábrica a produzir nacionalmente lastras e lâminas superformatos
Tendência no mercado, os superformatos pedem por cuidados específicos. Pensando nisso, a empresa disponibilizou, em primeira mão, um treinamento completo e gratuito, buscando capacitar a mão de obra

Pioneira na produção nacional de lastras e lâminas superformatos, desde 2018, que garantem versatilidade e muita elegância para os projetos, a Roca Brasil Cerámica é sinônimo de tecnologia e inovação. Com grandes dimensões, suas linhas de 120 x 120, 100 x 200 e 120 x 250 cm ainda trazem a menor espessura do mercado, com apenas 7 mm. Além dos formatos de produção nacional, também fazem parte da família de superformatos Roca os produtos de formatos 100 x 300, 150 x 300 e 154 x 328 cm, importados. Resistentes, leves e amplas, as peças são indicadas para aplicações convencionais, em piso e parede, e ainda podem ser levadas para outros usos, como no revestimento de mobiliários.

“Características como essas foram possíveis graças a nosso constante investimento em tecnologias de ponta, especialmente no sistema de compactação. Somos a única empresa na América Latina a possuir a Continua+ completamente instalada, responsável pela criação de peças tão finas”, afirma Christie Schulka, Marketing Manager da Roca Brasil Cerámica.

Com tanto investimento envolvido, os superformatos da Roca Brasil Cerámica pedem por um cuidado especial em sua aplicação. Por isso, a empresa é a primeira no mercado a investir em um treinamento completo e gratuito, encontrado em seu canal de Youtube, para capacitação de mão de obra. “Sabemos que toda inovação traz a necessidade de novos aprendizados, por isso oferecemos também cursos para marmoristas”, diz Christie.

Principais cuidados

Uso de ferramentas corretas é essencial para a aplicação de superformatos. Imagem: Roca Brasil Cerámica

Segundo Luis Goeldner, chefe de sistemas de gestão integrados da Roca Brasil Cerámica, os primeiros cuidados quando se fala de superformatos acontecem nas ferramentas escolhidas – tanto para seu manuseio, como para eventuais cortes ou aplicação. “As ferramentas corretas garantem uma movimentação segura, corte perfeito e assentamento com peças alinhadas e niveladas”, reforça Goeldner.

Uma bancada de corte, por exemplo, deve ser robusta, nivelada e com base firme – isso porque uma peça de superformato 120 x 250 chega a pesar aproximadamente 51 kg, exigindo uma estrutura que a suporte com segurança. Para a movimentação das peças, com ou sem argamassa, o mais indicado é a utilização de um sistema de movimentação com réguas e ventosas, que deve ser feito sempre com dois profissionais. Aplicadores específicos de argamassa para grandes formatos, espaçadores e niveladores também são indispensáveis para garantir um resultado perfeito.

Corte das peças

Uma peça de superformato oferece uma série de possibilidades quando o assunto é cortes. O reto é o mais comum, utilizado para a adequação e dimensionamento da peça na superfície em que será aplicada. Ainda existem cortes circulares, para projetos que necessitam da inserção de tubulação e outros elementos através da peça, ou retangular, para a inserção de luzes e caixas de passagem.

“Buscando facilidade, as peças da Roca Brasil Cerámica foram criadas com formatos inteligentes, que muitas vezes dispensam os cortes”, aponta Christie Schulka. A lâmina de 120 x 250 cm, por exemplo, foi concebida com o tamanho do pé-direito padrão, evitando recortes e resíduos comumente gerados em uma obra. Já as peças de 100 x 200 cabem no elevador, não precisando de içamento.

Hora de assentar

Uso de ferramentas corretas é essencial para a aplicação de superformatos. Imagem: Roca Brasil Cerámica

Falhas no assentamento são as principais causas para o aparecimento de defeitos e para o comprometimento do desempenho e durabilidade dos revestimentos. Por isso, é importante se atentar aos procedimentos corretos. “Um assentamento de superformatos com qualidade segue a mesma técnica para formatos menores, que é a indicada na ABNT – NBR 13753”, explica Luis. Para os superformatos, a principal diferença está nas ferramentas específicas para sua dimensionalidade, especialmente para a movimentação, corte e aplicação.

Para garantir o resultado desejado, Luis Goeldner afirma que é necessário verificar com atenção a superfície em que o superformato será aplicado. “Devemos nos fazer sempre cinco perguntas: tivemos tempo o suficiente para a cura do contra piso? A superfície está bem nivelada? A umidade do contra piso está controlada? Existe algum calombo ou imperfeição? Estamos obstruindo algum eletroduto? Apenas depois de observar esses pontos é que o assentamento pode ser levado adiante”, diz.

Em um primeiro momento, dois profissionais qualificados devem, com o auxílio da régua de movimentação, deixar a peça que será assentada em posição vertical e com fácil acesso às costas – ou tardoz. Esse é o momento para se atentar, também, ao sentido de aplicação do superformato, indicado com uma seta em sua parte traseira. “Marque sempre essa indicação na lateral da peça, para não haver equívocos mesmo depois da cobertura com argamassa”, indica. Em seguida, com auxílio da desempenadeira apropriada, aplique a argamassa com o lado liso, em toda a superfície. Posteriormente, retire o excesso com o lado denteado. Repita o processo no contrapiso. “A dupla camada de argamassa é essencial quando falamos de superformatos. É importante, também, que o denteamento seja feito em apenas um sentido, tanto na peça, quanto no piso”, afiança Goeldner.

O próximo passo é aproximar a peça da área que será aplicada, sempre com auxílio de uma régua de movimentação. “Una argamassa com argamassa, ligeiramente fora da posição final, cerca de 5 cm deslocado. Então, arraste a peça para a posição correta”, ensina Goeldner. Para um alinhamento perfeito, niveladores serão indispensáveis.

“Após a aplicação, seja em piso ou parede, é necessário aguardar 96 horas para a secagem correta da argamassa. Só então é possível liberar o sistema para o rejuntamento”, diz o profissional.

Com tantos cuidados, o ideal é sempre buscar uma mão de obra qualificada. “Indicamos sempre marmoristas e investimos em treinamentos constantes para eles”, afirma Christie Schulka.

Para mais detalhes, é possível encontrar uma série de vídeos-treinamentos no canal da Roca Brasil Cerámica.

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